Handebol

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

PARABÉNS AOS VOLUNTÁRIOS DO MUNDIAL FEMININO DE HANDEBOL

Durante duas semanas as melhores seleções do mundo participaram do Mundial de Handebol em São Paulo. Planejamento, Organização são processos que precisamos evoluir, contudo os voluntários deram uma lição de determinação , compromisso e alegria para todo o mundo.
PARABÉNS A TODOS QUE CONTRIBUÍRAM PARA A REALIZAÇÃO DESTE MUNDIAL.


sábado, 10 de dezembro de 2011

1º FORUM DE DEBATES DESENVOLVIMENTO DO HANDEBOL BRASILEIRO







Videos Mundial Feminino de Handebol

Mundial Feminino de Handebol- Resultados

Intercâmbio de handebol no país do futebol

Intercâmbio de handebol no país do futebol
Pelo terceiro ano consecutivo, jovens noruegueses desembarcam no Brasil. Temporada envolve partidas contra brasileiros, treinos e visitas aos pontos turísticos
08/12/2011 17:56 - Atualizado em 08/12/2011 18:33Por Natália da Luz
http://www.ahebrasil.com.br/noticias/2011/12/08/handebol/intercambio+de+handebol+no+pais+do+futebol.html
RIO
O país do futebol costuma receber atletas e equipes de fora para intercâmbios que favoreçam a prática do jogo sobre a grama, com a bola nos pés. Mas, agora, a bola da vez foi a do handebol, lançada por crianças cheias de expectativas e de vontade de crescer em um esporte pouco visado pelo alto rendimento. Pelo terceiro ano consecutivo, jogadores de handebol da Noruega desembarcaram no Rio de Janeiro para treinar com jovens brasileiros, que não se deixam abater pela técnica reconhecida da equipe que é campeã olímpica feminina.


Roberta Raffaelli, professora de Educação Física do colégio Anglo-Americano (onde foram realizadas as partidas), disse, em entrevista ao AHE!, que as crianças ficam empolgadas com essa troca.

- Elas veem os atletas de outro país e tomam conhecimento de que o treinamento é igual, de que o aquecimento é igual. Elas ficam felizes em saber que estão em nível tão alto quanto ao dos jogadores noruegueses - explica Roberta, afirmando que a maior diferença mesmo está na tática, na forma de cada técnico ensinar o esporte.


Visivelmente mais alta, a equipe (de 24 jogadores, sendo 8 meninos e 16 meninas) do colégio Skogn Folkehogskole, liderada por Kristian Berg, está na faixa dos 18, 21 anos, diferentemente dos times brasileiros (entre os 12 e 14 anos).
- Eu pergunto aos meus alunos se eles vão querer apenas assistir, conversar, observar, mas eles querem é jogar - revela com orgulho a educadora que ajuda a propagar o handebol.


Natalia, que defende o Colégio Santa Mônica (instituição que participou do torneio contra os noruegueses, ao lado do Colégio Mercúrio, Faria Brito e Anglo-Americano), define a experiência como sensacional.
- Eles são maravilhosos, não falam a nossa língua, mas dá para a gente se entender. A Noruega é uma referência no esporte, e poder experimentar isso aqui é maravilhoso -


No colégio que foi palco da disputa na última segunda-feira, Roberta explica que incentivar o handebol na escola e apoiar iniciativas como essa é uma oportunidade de facilitar a iniciação e de provar que a instituição de ensino pode ser o primeiro passo para o alto rendimento.


Handebol como incentivador de intercâmbio cultural

Se o Brasil é reconhecido por suas habilidades com a bola nos pés, a Noruega tem posição de destaque na prática de dois esportes, em função de sua variação climática: esqui para a temporada de inverno e handebol para a temporada de verão. Claudio Patriota, professor de Educação Física e coordenador das equipes de handebol do Colégio Anglo-Americano, responsável pelo intercâmbio (foi a partir do seu blog sobre handebol que a escola norueguesa conheceu o seu trabalho), acredita que qualquer troca cultural seja importante. Por isso, a missão dele vai além do esporte, já que os alunos têm a chance de conhecer a Noruega, além de sua tática.
- Essa iniciativa estimula os nossos jovens porque unimos dois povos completamente diferentes (os nórdicos e os latinos) em uma mesma quadra - afirma em entrevista ao AHE! por telefone, durante o intervalo do Mundial da modalidade que acontece em São Paulo.

Para confirmar esse propósito, Cláudio lista as atividades dos visitantes aqui no Brasil, além do torneio que aconteceu na segunda-feira.
- Os jovens passam duas semanas no Rio de Janeiro, visitam as favelas, pontos turísticos e ainda ficam cerca de 5 dias em Ilha Grande (região do estado do Rio de Janeiro conhecida como Costa Verde) treinando e aprendendo sobre o meio ambiente - completa.

A Noruega é um país com estações bem definidas, mesmo assim, durante a maior parte do ano as baixas temperaturas reinam absolutas. Abençoados pelo sol, a nossa terra acaba proporcionando aos jogadores treinamentos ao ar livre, partidas na praia, longe da vista de qualquer ponta de iceberg.


Kristian Berg disse em entrevista ao AHE! que o handebol é, sem dúvida, um dos maiores esportes do seu país.
- Nós jogamos o tempo inteiro. A vinda para o Brasil é uma forma de dar a oportunidade aos nossos alunos de conhecerem uma cultura diferente.

Neste ano, a vinda foi postergada (geralmente acontece entre outubro e novembro) para conciliar com o Mundial, que eles assistirão de camarote nesta quinta-feira, antes de embarcarem de volta para a Europa.
De olho no torneio, ele compartiha o desejo de ver a Noruega na final, lembrando que há países de peso no caminho deles como Coréia do Sul e Rússia. Mesmo consciente da distância entre Brasil e Noruega, quando o assunto é handebol, Kristian diz que o Brasil está evoluindo. Uma prova disso foi a vitória do Brasil sobre a França, partida que Cláudio assistiu ao vivo, na última terça-feira.
- Foi muito emocionante ver o Brasil ganhar de virada (de 26 a 22) de uma equipe que é referência no esporte. Isso, sem dúvida, divulga o handebol e estimula os nossos jovens.

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Encontro de gerações é a marca da seleção brasileira feminina na disputa do Mundial

Encontro de gerações é a marca da seleção brasileira feminina na disputa do Mundial
Time reúne atletas das mais variadas idades para tentar fazer bonito jogando em casa
28/11/2011 12:29 - Atualizado em 28/11/2011 12:50
Por Beatriz Karoline De Paula
São Paulo
Duda Amorim acha que as mais velhas do grupo tem papel de professoras - Cinara Piccolo / Photo & GrafiaExperiência e juventude. Maturidade e vitalidade. Poucas equipes têm a chance de unir em um grupo tantas características como a seleção brasileira feminina de handebol. Às vésperas de estrear no Campeonato Mundial, que ocorre pela primeira vez no Brasil, de 2 a 18 de dezembro, em São Paulo, as jogadoras do time destacaram a importância de o elenco contar com talentos de “quatro gerações”.

A goleira Chana, a mais experiente do grupo e, por isso, representante da chamada “primeira geração”, considerou que essa mistura de atletas de várias idades é positiva.

- Acho que é sempre bom e, por isso, o grupo é forte. É ruim ter uma equipe muito experiente, porque quando acaba essa geração, as mais novas vêm sem conhecimento. Mas por outro lado, também não é bom ter um time muito jovem, porque falta maturidade para os momentos decisivos. E por isso, acho que nosso grupo está perfeito. Unindo a galera jovem, que está chegando agora, cheia de energia, com atletas mais experientes, como eu e a Dani - avaliou a goleira, de 32 anos, que atua pelo Randers HK, da Dinamarca.

Leia mais: Seleção brasileira feminina derrota a Holanda em amistoso

Com apenas 21 anos, a meia esquerda Moniky, destaque do Metodista/São Bernardo, disse que tem aprendido bastante com o grupo que disputará o Mundial.

- Essa diferença de idade e experiência traz muita coisa boa para gente. Principalmente para mim, que ainda jogo no Brasil. É muito bom atuar com elas e entrar no ritmo de jogo, que é completamente diferente do ritmo do nosso país. As meninas que jogam fora nos ajudam nesta adaptação. Eu e a Jéssica, que somos as mais novas do grupo, estamos aprendendo bastante. O Brasil deu um salto importante no handebol e essa mistura de gerações ajuda o esporte. Fico feliz de estar neste time e contribuir com a seleção - disse a sergipana, representante da “quarta geração”.

A pivô Dani Piedade, que pertence à “segunda geração”, comentou que essa mistura de idades é uma fórmula que tem funcionado.

- A renovação sempre vai existir e isso é bom. Essa mistura de experiência com juventude sempre deu certo. Não é a primeira vez que acontece e é positivo justamente porque traz a experiência das mais velhas e a vitalidade das mais jovens. As novatas têm uma energia bacana, elas brincam e acabam animando a gente (as mais velhas) quando estamos meio para baixo - falou a paulistana, de 32 anos, que joga no Hypo, da Áustria.

Goleia Chana é a mais experiente do grupo, com 32 anos - Cinara Piccolo / Photo & Grafia

Pertencente à “terceira geração” de atletas, a catarinense Eduarda Amorim, de 24 anos, concorda com as colegas. E acha que as mais velhas têm um papel de ‘professoras’.

- Essa troca é bem positiva. As pequenas (de idade) estão aprendendo com as mais velhas e experientes. A gente ajuda nesse processo de evolução e aprendizado delas. Acho legal isso - considerou Duda, idolatrada pela torcida do Györi Audieto KC, da Hungria.

Opinião de quem entende

Quem também falou do encontro de gerações e destacou como positivo o fato de o Brasil ter um grupo tão heterogêneo foi Robson Sanches, ex-treinador da seleção feminina de juniores, que ajudou a lapidar muitas atletas do atual elenco.

- Este time reúne talentos de “quatros gerações”. E na minha opinião é o melhor grupo de todos os tempos. Acho que a seleção está muito bem e agora é hora de colher os frutos - ressaltou Robson, que trabalhou com a base da seleção brasileira de 2002 a 2009, treinando atletas como Deonise, Fabiana Diniz (Dara), Silvia Helena, entre outras.

O ex-treinador está otimista com o desempenho do elenco no Mundial Feminino de Handebol. E garantiu que vai estar na torcida.

- Acredito que a seleção vai melhorar a classificação com relação ao Mundial da Rússia, quando o time conquistou seu melhor resultado na competição (sétimo lugar, em 2005), e tem tudo para ficar entre as quatro primeiras - comentou.

http://www.ahebrasil.com.br/noticias/2011/11/28/handebol/encontro+de+geracoes+e+a+marca+da+selecao+brasileira+feminina+na+disputa+do+mundial.html

Rivais na Liga Nacional masculina

Rivais na Liga Nacional masculina, Rick e Guga lamentam baixo nível da competição
Segundo os dois atletas, esporte ainda carece de falta de estrutura, apoio e incentivo
28/11/2011 16:55 - Atualizado em 28/11/2011 17:15
Por Francisco Junior
RIO
Na semifinal, Rick conseguiu fazer boas defesas, mas não evitou a vitória do Pinheiros - Divulgação/Photo&GrafiaApós o fim de mais uma Liga Nacional de Handebol – o Pinheiros venceu o Metodista e conquistou o tetra no último domingo -, dois jogadores tiveram a mesma opinião quanto à qualidade da competição. Para Luiz Ricardo Nascimento, o Rick, do Unopar Londrina/Secomtel-PR, e Gustavo Henrique Lopes Silva, mais conhecido como Guga, do Metodista/São Bernardo-SP, são poucos clubes disputando a competição. Além disso, a falta de uma melhor estrutura também foi apontada como um dos problemas que a modalidade encontra em sua luta para alcançar um patamar de destaque no Brasil.

- O handebol fica muito concentrado no sul e no sudeste. Encontramos bons atletas em Jogos Universitários e Jogos do Interior. O que falta é incentivar e apoiar mais para que eles possam continuar na modalidade. Por exemplo, é complicado para um clube do nordeste viajar para o sul e sudeste, jogar no final de semana e voltar. Os clubes precisam de suporte para esses gastos – disse o goleiro, camisa 16 do único clube que não era de São Paulo nas semifinais da Liga Nacional 2011.

Leia mais: Pinheiros vence a Metodista e conquista seu quarto título da Liga Nacional

Na visão do central Guga, a formação de novos atletas para manter uma seleção forte fica comprometida. Sem a continuidade daqueles que são descobertos nas escolas e passam pelas categorias de base de alguns clubes, mas não encontram retorno financeiro para viver do esporte, o desenvolvimento da modalidade esbarra na pouca produção de matéria-prima, dificultando o trabalho de treinadores na categoria adulta.

O central Guga foi importante para a vitória do Metodista sobre o Taubaté - DivulgaçãoO camisa 20 da equipe de São Bernardo do Campo afirmou que São Paulo está na frente de outros estados devido à organização. Mas, mesmo defendendo um clube paulista, o central não se mostrou contente. Em sua opinião, outros estados não apresentam evolução e, com isso, não há competições fortes.

- É muito ruim para o handebol nacional acontecer isso. São jogos contra os mesmos clubes. Acaba diminuindo nosso intercâmbio. Na competição nacional, quando entram outras equipes, mesmo quando cometemos erros técnicos, muitas vezes acabamos conquistando as vitórias. Isso atrapalha muito – analisa o integrante da equipe vice campeã da Liga Nacional, de 32 anos.

Quem seria o responsável por lapidar os diamantes, muitas vezes precisa ainda procurá-los. Ciente dessa responsabilidade, o técnico da seleção feminina, o dinamarquês Morten Soubak, já detectou o problema que vem da base.

O dinamarquês Morten Soubak é o responsável por comandar a seleção feminina - Divulgação/Photo&Grafia- No Brasil, há um bom número de praticantes nas escolas, mas os atletas não têm para onde ir. Quem investe mais, quem joga mais, quem tem mais campeonatos e intercâmbios consegue desenvolver melhor o handebol – revela Morten Soubak, técnico da seleção feminina.

Confira abaixo os sete clubes que disputaram a Liga Nacional 2011 e a fórmula de disputa da competição:

Força Jovem Sport Clube-ES
FME Campos/Wizard-RJ
Metodista/São Bernardo-SP
TCC/Unitau/Unimed/Taruma/Taubaté-SP
Itapema/Aceu/Univali/Amaj-SC
EC Pinheiros-SP
Unopar Londrina/Secomtel-PR

O sistema de disputa da Liga Nacional de handebol masculino 2011 era baseado na disputa de turno e returno na fase classificatória, sendo todos contra todos. Os quatro primeiros avançaram à fase final no formato de cruzamento olímpico - 1° (Metodista) x 4° (Taubaté) e 2° (Pinheiros) x 3° (Londrina). As semifinais foram definidas em apenas um jogo, sendo a melhor campanha na primeira fase o critério de desempate (Metodista e Pinheiros tinham a vantagem do empate). A final, entre as duas melhores equipes da competição, também foi decidida em partida única (vitória do Pinheiros e conquista do quarto título da Liga).

http://www.ahebrasil.com.br/noticias/2011/11/28/handebol/rivais+na+liga+nacional+masculina+rick+e+guga+lamentam+baixo+nivel+da+competicao.html

Jogador de handebol da Seleçao defende escola no Intercolegial

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

VIDEO-JOGADORES DE HANDEBOL DO INTERCOLEGIAL SONHAM COM CARREIRA PROFISSIONAL

HANDEBOL INTERCOLEGIAL: GISSONI CONQUISTA DOIS TÍTULOS

Gissoni conquista dois títulos no handebol 2011
nov28
O ataque do Gissoni trama a jogada na final com o Ciep Debret
As disputas de modalidades do Intercolegial 2011 foram encerradas com as finais do handebol, que consagraram oito equipes no primeiro lugar do último pódio do ano. Milhares de alunos terão como compromisso derradeiro dos jogos a tradicional Festa de Encerramento, marcada para dia 8 de dezembro, no Circo Voador, com show de Naldo, que cantará músicas de seu DVD.
Vencedor de duas categorias, o CAp Paulo Gissoni, que jogou em casa, no ginásio da Universidade Castelo Branco, em Realengo, fez a melhor campanha do handebol 2011, ao chegar em segundo lugar também por duas vezes. O Colégio Estadual Antônio da Silva, de Nova Iguaçu, faturou duas categorias e um vice-campeonato.
Dono da casa, o Gissoni chegou a quatro decisões: sub-16 e sub-18, ambos no masculino e no feminino. Com o apoio maciço da torcida, as meninas da escola de Realengo derrotaram por 21 a 11 o Ciep Jean Baptiste Debret, de São João do Meriti, e 19 a 10 o Centro Educacional Mendes Duarte, de São Gonçalo, categorias sub-16 e sub-18, respectivamente.
Técnico das equipes femininas, Ruy Sanches salientou a união das meninas que, segundo suas palavras, superou todos os desafios.
“A nossa campanha no Intercolegial foi dura porque o nível dos adversários é altíssimo. O espírito coletivo e o trabalho de equipe foram fundamentais”, analisou Sanches
O jogador do CSM arremessa no confronto com o Gissoni
O Colégio Santa Mônica (CSM), favorito absoluto ao título geral do Intercolegial 2011, abrilhantou sua campanha espetacular com mais um troféu de campeão. Os meninos da categoria sub-16 bateram por 23 a 21 o Gissoni, numa partida emocionante, principalmente pelo duelo das torcidas, que lotaram o Centro Esportivo da Universidade Castelo Branco.

Satisfeito por enriquecer ainda mais a vasta galeria de títulos do CSM, o técnico Rogério Alves exaltou o bom desempenho durante toda a competição. Segundo ele, o apoio da direção da escola em competições de alto nível – como o Intercolegial – tem dado muitos resultados satisfatórios para garotada.

“Tivemos um bom início de partida e fomos regulares durante toda a competição. Nosso objetivo é sempre ser campeão. E o resultado do trabalho tem dado certo porque nossos alunos têm espírito de campeão. Vale ressaltar que a escola sempre nos apoiou em todos os aspectos. Derrotar o Gissoni não foi tarefa fácil por se tratar de uma equipe muito forte”, afirmou o técnico do Colégio Santa Mônica.
Campeão da categoria sub-12 feminino, o Euclides da Cunha, de Colégio, foi a quarta escola da rede particular a chegar ao primeiro lugar do pódio no handebol 2011. A escola da Zona Norte derrotou por 15 a 11 a Escola Municipal Pedro Aleixo, surpresa da competição.
FOTOS: ARI GOMES

HANDEBOL INTERCOLEGIAL: CAMPEONATO À PARTE NA REDE PÚBLICA

Handebol: campeonato à parte na rede pública
nov28
O jogador do Colégio Estadual Antônio da Silva salta para o arremesso
A rede pública sempre comprova seu potencial de revelar talentos para o esporte, com campanhas pontuais no Intercolegial. Os títulos são freqüentes e no handebol as conquistas se sucedem a cada edição. Em 2011, Colégio Estadual Antônio da Silva, de Nova Iguaçu, Ciep Jean Baptiste Debret, de São João de Meriti, e Escola Municipal Pedro Aleixo, da Cidade de Deus, conquistaram títulos nas decisões realizadas no Complexo Esportivo da Universidade Castelo Branco, em Realengo.
Velho conhecido nos pódios da modalidade, o Colégio Estadual Antônio da Silva foi o melhor no “campeonato da rede pública”. Os meninos da escola de Nova Iguaçu faturaram dois títulos e um vice-campeonato. Destaque para a medalha de ouro na categoria sub-14 masculino, na qual venceram por 15 a 11 o clássico com a Escola Municipal Joaquim Ribeiro, de Inhaúma.
Pela sub-18, a final com o Gissoni, dono da casa, foi disputada ponto a ponto, com o adversário sempre em vantagem de um gol. Mas a rapaziada do Antônio da Silva se desdobrou em quadra e conseguiu abrir dois pontos quase no fim do jogo e fechou em 13 a 11. A comemoração pela conquista foi um misto de lágrimas e risos dos alunos e comissão técnica.

“Nossa campanha foi mais do que vitoriosa porque conseguimos chegar a três decisões. Apesar de um vice-campeonato, conquistamos dois ouros numa competição de nível muito alto. Pusemos em prática nos jogos tudo o que treinamos. Não deu para ficar com três ouros, mas a medalha de prata também tem um significado muito grande”, disse o técnico Alexandre Abreu de Almeida, lembrando que o Antônio da Silva também conquistou o bronze na sub-14 feminino.
Os alunos e o técnico da Escola Municipal Pedro Aleixo
A Escola Municipal Pedro Aleixo foi a grande surpresa do handebol no Intercolegial 2011. A instituição da Cidade de Deus também chegou em três finais e faturou o título da sub-12 masculino ao derrotar por um gol de vantagem (15 x 14) o Antônio da Silva, em mais um confronto entre escolas públicas.
A partida foi duríssima para os meninos da Pedro Aleixo, que deixaram a quadra exaustos depois de tanta correria. O técnico da equipe da escola da Cidade de Deus, Anderson Luic, destacou a superação de alguns limites impostos por falta de estrutura. A felicidade estampada em seu rosto explicitava a importância de oferecer algo aos alunos da rede pública de ensino.

“Nosso projeto é novo e trabalhamos com muita dificuldade, devido a falta de condições, mas tentamos fazer o melhor possível com o que temos. Chegar a três finais foi uma grande vitória. Quero dar a esses alunos oportunidades que possam tirá-los da ociosidade, esta é nossa meta”, afirmou Anderson.
A equipe do Ciep Debret exibe as medalhas de ouro do handebol
O Ciep Debret fechou o excelente desempenho das instituições da rede pública. A escola de São João de Meriti chegou a duas decisões e conquistou uma medalha de ouro na categoria sub-14 feminino ao derrotar a Escola Municipal Pedro Aleixo por 11 a 7.
No duelo contra o Colégio Paulo Gissoni (sub-16 feminino) foi superado por 21 a 11. O técnico e professor Robson José disse estar empolgado com o desempenho do time porque, em 2010, a escola foi campeã brasileira em outra competição.

“Conquistamos o ouro e um título nacional ano passado. É importante porque nosso objetivo é manter os alunos na escola de domingo a domingo. Durante a semana eles estudam e treinam. Nos fins de semana, eles continuam treinando ou participam de competições. O esporte ainda é uma das formas de tirarmos as crianças das ruas. E é o que pretendo fazer”, afirmou Robson José.
A Escola Municipal Joaquim Ribeiro conquistou a medalha de bronze na categoria sub-12 masculino.
FOTOS: ARI GOMES

HANDEBOL- JOGOS ESTUDANTIS DA PREDEITURA DO RJ/2011

RESULTADOS DO HANDEBOL INFANTIL MASCULINO DOS JOGOS ESTUDANTIS DA PREFEITURA DO RIO DE JANEIRO 2011:

1° Lugar: E.M. Joaquim Ribeiro(3a CRE)
2° Lugar:E.M. Alexandre Farah(6a CRE)
3° Lugar : E.M. Pedro Aleixo(7a CRE)



Foto da equipe E.M. Joaquim Ribeiro
Finais realizadas dia 25/11 na Vila Olímpica Clara Nunes.

Contribuição da Profa Daniela Rodrigues

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Ansiedade toma conta da seleção brasileira feminina de handebol às vésperas do Mundial

Ansiedade toma conta da seleção brasileira feminina de handebol às vésperas do Mundial
Capitã Dara e Deonise admitem que motivação será bem maior jogando em casa
23/11/2011 10:09 - Atualizado em 23/11/2011 10:10
Por Francisco Junior
RIO
Deonise acha que Mundial é oportunidade para mostrar que o handebol também é grande no Brasil - Arquivo pessoalNa reta final para a estreia da seleção brasileira no XX Mundial feminino de handebol, que será disputado em São Paulo, de 2 a 18 de dezembro, as meninas não conseguem esconder a ansiedade. A capitã Fabiana Diniz, mais conhecida como Dara, de 30 anos, comentou que a expectativa é cada vez maior.
- Queremos, principalmente, melhorar nossa classificação em relação ao Mundial de 2005 (na Rússia), quando ficamos em sétimo. Temos pontos a favor por jogar em casa, mas a pressão será maior. É fundamental termos concentração durante todo o tempo – disse a pivô, uma das mais experientes do grupo.
Estreia contra Cuba
O Brasil está no Grupo C do Mundial, junto com Romênia, Cuba, Tunísia, Japão e França. A estreia será contra as cubanas, no dia 2. Na avaliação de Dara, três desses países vão dar trabalho na primeira fase.
- Romênia e França são seleções fortíssimas, e o Japão tem um estilo de jogo diferente do que estamos acostumadas a enfrentar - apontou.
A armadora Deonise Fachinello Cavaleiro, natural de Santa Rosa, no Rio Grande do Sul, seguiu a linha da companheira de seleção e apontou as mesmas equipes como principais adversárias na primeira fase. Sem deixar a bola cair, a atleta do Asfi Itxako, da Espanha, foi além e falou também da disputa pelo título.
- Muitas seleções são candidatas ao titulo deste Mundial: Rússia, Noruega, Dinamarca... Para mim, França e Suécia estão em primeira fila, mas acredito que surpresas vão acontecer. Nossa expectativa é sempre de conseguir o melhor – analisou Deonise, de 28 anos.

Dara aponta Romênia e França como principais rivais do Brasil no grupo C - COBApós a conquista invicta no Pan de Guadalajara, as meninas dirigidas pelo treinador dinamarquês Morten Soubak terão a responsabilidade de fazer bonito dentro de casa. Para Deonise, esse é o momento de o handebol ganhar projeção e mais espaço no Brasil.

- O mundial no Brasil é muito mais uma motivação do que uma responsabilidade, o que não quer dizer que não temos a responsabilidade de ir bem. Este mundial é a nossa oportunidade de mostrar ao mundo que o Brasil é muito mais que futebol e vôlei – finalizou a armadora.
http://www.ahebrasil.com.br/noticias/2011/11/23/handebol/ansiedade+toma+conta+da+selecao+brasileira+feminina+de+handebol+as+vesperas+do+mundial.html

ESPECIAL MUNDIAL FEMININO

Meninas do handebol na reta final de preparação para Mundial em São Paulo

Meninas do handebol na reta final de preparação para Mundial em São Paulo
22.11.2011 :: 12h59


Crédito: Cinara Piccolo/Photo&Grafia

A 10 dias da estreia no Campeonato Mundial, de 2 a 18 de dezembro, a seleção brasileira feminina de handebol segue em ritmo forte de preparação. A equipe treinará em dois períodos durante esta semana, em Santo André e São Bernardo. As comandadas do técnico dinamarquês Morten Soubak estão concentradas no ABC Paulista desde sábado.
O time trabalhará em Santo André até sexta-feira pela manhã. À tarde, o treino será realizado no Ginásio Adib Moyses Dib, em São Bernardo, onde a seleção fará dois amistosos no fim de semana. Os adversários serão Espanha no sábado, às 21h, e Holanda no domingo, às 19h.

A seleção, inicialmente convocada com 18 atletas, ganhou mais uma integrante: a central Débora Hannah, do Português/Aeso, de Recife (PE). O grupo que disputará o Mundial, no entanto, terá 16 jogadoras. "Independentemente de ser relacionada para a competição ou não, estou muito feliz pela oportunidade. Sem dúvida, será uma experiência muito importante para mim", destacou a jogadora, de 18 anos.

Mesmo ainda em fase de preparação, a seleção já está com espírito de competição. A pivô Dara, capitã e uma das mais experientes, comentou que a expectativa é cada vez maior. "Queremos, principalmente, melhorar nossa classificação em relação ao Mundial de 2005 (na Rússia), quando ficamos em sétimo. Temos pontos a favor por jogar em casa, mas a pressão será maior. É fundamental termos concentração durante todo o tempo."

O Brasil está no Grupo C do Mundial, junto com Romênia, Cuba, Tunísia, Japão e França. Na avaliação de Dara, três desses países vão dar trabalho na primeira fase. "Romênia e França são seleções fortíssimas, e o Japão tem um estilo de jogo diferente do que estamos acostumadas a enfrentar". A estreia será contra Cuba, no dia 2.

Confira a programação de treinos:
* as jogadoras falarão com a imprensa, sempre após os treinos
Terça-feira (22)
10h30-12h30: treino de quadra / Ginásio Noêmia Assumpção (Camilópolis)
16h-18h: treino de quadra / Ginásio Noêmia Assumpção (Camilópolis)
Quarta-feira (23)
10h-11h30: Musculação (Academia)
Quinta-feira (24)
10h30-12h30: treino de quadra / Ginásio Noêmia Assumpção (Camilópolis)
16h-18h: treino de quadra / Ginásio Noêmia Assumpção (Camilópolis)
Sexta-feira (25)
9h30-11h30: treino de quadra / Ginásio Noêmia Assumpção (Camilópolis)
16h-18h: treino de quadra / Ginásio Adib Moyses Dib (Poliesportivo, em São Bernardo)
* Não haverá atendimento à imprensa

Mundial de Handebol recicla ginásios

Mundial de Handebol recicla ginásiosAnderson Fattori
do Diário do Grande ABC
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Enquanto os holofotes estão ligados sob as 12 cidades brasileiras que receberão a Copa do Mundo de 2014, quatro municípios de São Paulo correm contra o tempo para cumprir exigências tão ou mais rigorosas do que as feitas pela Fifa, para ter o Campeonato Mundial Feminino de Handebol, que ocorre entre os dias 2 e 18. São Bernardo, São Paulo (Ibirapuera), Santos e Barueri aceitaram o desafio de sediar a primeira disputa mundial da modalidade nas Américas e para isso tiveram que adequar suas praças esportivas.
São Bernardo, que sedia o maior evento esportivo da história da cidade, precisou fazer adaptações na quadra do Ginásio Poliesportivo, além de instalar novos chuveiros e fazer obras nos vestiários. O Ibirapuera, na Capital, porém, será a sede com intervenção mais intensa. Para obedecer o tamanho oficial exigido pela IHF (sigla em inglês da Federação Internacional de Handebol) a quadra precisou ser elevada em 1,6 m. A Arena Santos, no Litoral e o Ginásio José Corrêa, em Barueri, passaram por reformas mais modestas.
As obras no Poliesportivo de São Bernardo serão em duas etapas. Na primeira, a Prefeitura ficou encarregada de aumentar o espaço entre a quadra e a arquibancada, dobrar o número de chuveiros nos vestiários - de quatro para oito - e construir algumas paredes separando áreas secas e molhadas. O custo foi dissolvido no orçamento da Secretaria de Esportes. "Usamos nosso pessoal para a mão-de-obra e os materiais que já tínhamos. Por isso não dá para contabilizar quanto custou às intervenções", comentou o secretário José Luiz Ferrarezi.
Na segunda fase da reforma, de responsabilidade da Confederação Brasileira de Handebol, será mudado o sistema de refletores, instalado piso emborrachado, entre outros equipamentos. "Fizemos nossa parte, agora estamos esperando que a CBHb faça a dela. Será preciso ainda instalar geradores, área mista para a passagem dos jogadores e toda a parte de tecnologia da informação para atender a necessidade da imprensa mundial que irá cobrir a competição", ressaltou Ferrarezi.
Só em São Bernardo, são esperados pelo menos 120 profissionais da imprensa, a maioria dos países nórdicos onde o handebol é o primeiro esporte na preferência popular.
Além disso, a competição terá transmissão em alta definição ao vivo para todos os países europeus e outros espalhados pelo mundo.
Gringos prometem invadir as sedes da competição
Nos próximos dias será até comum encontrar dinamarqueses ou suecos circulando pelas ruas de São Bernardo - os dois países estão no Grupo D, com sede na cidade do Grande ABC, que ainda terá Croácia, Argentina, Costa do Marfim e Uruguai. Europeus, em geral, devem desembarcar em peso para acompanhar de perto os jogos do Mundial. Quem garante é Fabiano Redondo, diretor executivo do Comitê Organizador e responsável pela promoção do evento dentro de fora do Brasil.
"Sabemos que devem vir para o Brasil cerca de 1.000 noruegueses (que ficarão em Santos). Dinamarca deve atrair de 300 a 400 torcedores e Suécia também trará bastante fãs, mas ainda não temos os números", revelou o dirigente.
Além do handebol, o que atraí os europeus é forte calor brasileiro, que foi decisivo na escolha do País para sediar a competição. Essa será apenas a terceira vez em 20 edições que o Mundial não é disputado no velho continente - a Coreia do Sul foi sede em 1990 e a China foi à última anfitriã, em 2009. "Os europeus vão deixar o inverno e virão para o verão. É isso que eles querem. Por isso esperamos número gigantesco de turistas", comentou Redondo.
Os brasileiros também são aguardados nos ginásios. Para promover a competição, estão sendo realizadas ações de marketing nas quatro sedes. "Nosso foco principal são as escolas. Além disso, contamos com a divulgação das cidades que receberão os jogos", explicou Redondo. "Em São Bernardo esperamos que pelo menos 60% dos lugares disponíveis estejam ocupados (o ginásio tem capacidade para receber 7.200 torcedores)."
Competição recebe voluntários de todas as partes do País
Cerca de 700 voluntários serão utilizados durante a disputa do Mundial de Handebol. São pessoas comuns que se inscreveram com o objetivo de auxiliar na organização da competição nos setores da imprensa, credenciamento, estatística, transporte e logística. No total, foram recebidas 860 candidaturas que agora serão avaliadas. A relação final com o nome dos escolhidos será divulgada nos próximos dias.
Entre os candidatos, estão brasileiros de vários Estados. Como o trabalho é voluntário, todos terão de arcar com custos de hotel e viagem. "Não podemos oferecer nenhum tipo de remuneração. Sei que temos voluntários do Nordeste e de outras regiões, mas eles se inscreveram sabendo das condições. Não conheço competições que dão algum tipo de ajuda de custo aos voluntários", comentou a responsável pela área do Comitê Organizador, Líbia Lender.
Os selecionados passarão por treinamento na sede escolhida para trabalhar. Terão prioridade os candidatos que falam inglês fluente, além de outras línguas.
Exigências da IHF surpreendem arquiteto
Apesar de não ser uma modalidade tão difundida no Brasil, o handebol é muito valorizado na Europa. Por conta disso, a Federação Internacional fez uma série de exigências para que o Brasil pudesse receber os jogos. A lista de recomendações surpreendeu até o experiente arquiteto Celso Grion, acostumado a adaptar estádios brasileiros às determinações da Fifa.
Entre as solicitações mais complicadas, está a relacionada com iluminação. Os refletores não podem estar inclinados e a luz precisa ser perfeita. "Em São Bernardo, por exemplo, teremos de fazer novo sistema de iluminação. Como os jogos serão transmitidos em alta definição, a luz precisa ser boa e uniforme em todos os lados da quadra", comentou Grion, que foi nomeado diretor para instalações técnicas (technical facilities) do Comitê Organizador.
Mesmo com a extensa lista de recomendações, as quatro sedes conseguiram se adequar. "Apesar de serem rigorosos, acho que isso é importante para nós brasileiros, aprendermos como funcionam as coisas lá fora. Vamos receber uma Olimpíada e o Mundial de Handebol será um grande teste, por isso temos de fazer tudo direitinho", comenta Grion. "E tudo isso ficará de legado para as cidades sedes", lembrou.
S.Bernardo e Santo André decidem o título paulista
Metodista/São Bernardo e Santo andré vão decidir o título do Campeonato Paulista Feminino de Handebol. O jogo final será realizado hoje, ás 17h, no Ginásio do Baetão, em São Bernardo, com entrada gratuita.
As semifinais foram disputadas ontem. O Santo André superou Americana por 23 a 18, enquanto a Metodista fez 28 a 15 em São José dos Campos.
"Fizemos um primeiro tempo apertado. Sa segunda etrapa, entretanto, conseguimos abrir vantagem de seis gols e chegamos à vitória", afirmou o técnico de Santo André, Rubens Piazza.
O treinador da Metodista destacou o equilíbrio entre as equipes. "O título será para colher o trabalho de todo o ano. É uma rivalidade eterna, e jogos assim só se decidem nos detalhes, não há outro segredo", afirmou Edu Carlone.

terça-feira, 22 de novembro de 2011

FINAIS HANDEBOL INTERCOLEGIAL 26 e 27/11


HANDEBOL (Finais)
Data: 26 de novembro de 2011 – Sábado
Local: Castelo Branco – Avenida Santa Cruz, nº 1631 – Realengo

9:00  E.M. Pedro Aleixo  X  Euclides da Cunha  SUB12F
9:50   E.M. Pedro Aleixo  X  CIEP Jean Baptiste Debret  SUB14F
10:40  C.E. Antônio da Silva  X  E.M. Pedro Aleixo  SUB12M
11:30  C.E. Antônio da Silva  X  E.M. Joaquim Ribeiro  SUB14M
12:20  CIEP Jean Baptiste Debret  X  Paulo Gissoni  SUB16F
13:10  Paulo Gissoni  X  Colégio Santa Mônica  SUB16M
14:00  Paulo Gissoni  X  C.E. Antônio da Silva  SUB18M
14:50  Paulo Gissoni  X  Centro Educ. Mendes Duarte  SUB18F

HANDEBOL (3º e 4º Lugares)
Data: 27 de novembro de 2011 – Domingo
Local: Anglo Americano - Avenida das Américas, nº 2603 – Barra da Tijuca

9:00  ETERJ  X  E.M. Joaquim Ribeiro  SUB12M
9:50  Anglo Americano  X  Edson Santos  SUB12F
10:40  Célio Rodrigues  X  E.M. Pedro Aleixo  SUB14M
11:30  Anglo Americano  X  C.E. Antônio da Silva  SUB14F
12:20  Centro Educ. Mendes Duarte  X  Odete São Paio  SUB16M
13:10  Apollo 12  X  E.E. Rachel Reid  SUB16F
14:00  Flama  X  E.T.E. Ferreira Viana  SUB18M
14:50  Realengo  X  Centro Educ. De Niterói  SUB18F

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

INTERCOLEGIAL HANDEBOL- RODADA DE 19/11

HANDEBOL
Data: 19 de novembro de 2011 – Sábado
Local: Anglo Americano - Avenida das Américas, nº 2603 – Barra da Tijuca

9:00  Euclides da Cunha x Edson Santos  SUB12F
9:50  C.E. Antônio da Silva  x  ETERJ  SUB12M
10:40  C.E. Antônio da Silva  x  CIEP Jean Baptiste Debret  SUB14F
11:30  Célio Rodrigues  x  C.E. Antônio da Silva  SUB14M
12:20  E.M. Joaquim Ribeiro  x  E.M. Pedro Aleixo  SUB12M
13:10  E.M. Pedro Aleixo  x  Anglo Americano  SUB12F
14:00  E.M. Pedro Aleixo  x  E.M. Joaquim Ribeiro  SUB14M
14:50  Anglo Americano  x  E.M. Pedro Aleixo  SUB14F